Papo aleatório











Foto do falabotao.wordpress.com

Sempre vi essas mulheres conhecedoras de bons modos dando várias dicas de como se comportar em jantares, casamentos e outros eventos especiais. Verdadeiras especialistas! Mas é claro que também precisamos agir educadamente em nosso dia a dia. O problema é que a maior parte das pessoas esquece a educação que sua boa mãe deu ao entrar em ônibus, metrô e etc. E eu to simplesmente de saco cheio disso, tá me entendendo?! Por isso, aí vai um manual didático para você, folgadinho e mal educado.

– Você pagou duas passagens, amigão? Não?!?! Então faz o favor de fechar essas pernas e parar de ocupar os dois bancos.

– Você pode até sentar nos bancos reservados aos idosos, grávidas e afins, mas ao chegar alguém nessa situação, não vale fingir que está dormindo, ow espertão!

– Eu sei que você ralou muito para conseguir comprar aquele celular super bacana nas Casas Bahia em 12 vezes e agora quer mostrar toda sua potência sonora – juntamente com seu mau gosto – para toda a galera do busão, mas nós dispensamos. Compre um fone!

– Transporte público não é praça de alimentação de shopping, então não rola guardar lugar com a bolsa para aquela sua amiga que vai subir no próximo ponto, ok?

– Muito legal aquele celular que vende na Santa Ifigênia que comporta 946650667353 chips e ainda tem rádio e TV (!), mas eu realmente não tô a fim de ver ou ouvir o jogo, ok? E não comemore o gol do seu time. Sério!

– Eu entendo que você tá na seca há meses, mas não é legal aproveitar o ônibus lotado para esfregar suas partes íntimas nas mulheres em pé ou nos ombros daquelas que estão sentadas. Se fizer comigo, vai rolar cotovelada (dependendo do meu humor ainda grito para o cobrador que tem tarado no ônibus e você vai ficar numa situação constrangedora, no mínimo).

– Sei que é E-MO-CIO-NAN-TE quando você reencontra aquela sua amiga de infância no “coletivo” e logo quer contar todas as novidades da sua vida para ela (seu namorado que te corneou, seu chefe que é mala, o gatinho que pegou na última balada). Mas espere REALMENTE encontrá-la. Gritar do fundo do ônibus essas histórias para alguém que está na catraca não vai pegar bem para sua imagem. O mesmo vale para falar ao celular, deixe as conversas picantes para lugares mais reservados.

– Use perfume com parcimônia, ainda mais se for um Azzaro às sete da manhã.

– Cuidado ao transitar em um corredor lotado, você pode levar o tendão de Aquiles de alguém enroscado no seu sapato com tanta pressa e brutalidade.

– Mochilas… ah, as mochilas… tire essa bosta das costas ao entrar em um ônibus/metrô/trem lotado!

– Cuidado com guarda-chuvas molhados (dãrn??). Entende que se você carregá-lo lááá no alto vai “chover” na cabeçoa de todo mundo?

*Post escrito logo após momentos de terror em um ônibus. Estou mais calma agora. Pelo menos até 18h…



{29 Março , 2010}   Música do dia

A música do dia na verdade é a música do final de semana, porque… porque é, oras! E como estou temporariamente (eu acho) sem internet em casa, a música do dia vai atrasada mesmo. Bote o som no máximo e saia “dançando com você mesmo” como eu fiz esse fim de semana. Ou pelo menos imagine que está fazendo isso enquanto finge que trabalha! “Dá o play, macaco!” #CRUJfeelings

Ainda tem uma versão mais hardcore com o Blink 182 dançando com eles mesmos.

E não é só isso! Com apenas mais um clique você tem um trechinho totalmente gratuito do Green Day dançando com eles mesmos! #Polishopfeelings



{25 Março , 2010}   Música do dia

Porque eu não consigo pensar em uma trilha melhor do que essa para uma tarde em que choveu tanto em São Paulo. E a música é uma delícia para ouvir no fim do expediente, o clipe tem fotografia liiindaaa! Enfim, é a diva, né?



{10 Março , 2010}   Música que transcende

Na última sexta, 5 de março, fui à estreia do musical “O som da Motown”. Me surpreendi porque a peça era diferente do que eu havia imaginado. Na verdade, acho que não esperava nada de específico, mas ainda assim fui surpreendida pela qualidade do espetáculo. Sim, espetáculo, porque chamar de “peça”, de “musical”, seria um eufemismo frente ao que foi apresentado.

Meus pais – principalmente seu Valdir – são fãs desse tipo de música e cresci ouvindo artistas da Motown. Acabei gostando de muitas delas e, ás vezes, sabendo mais sobre as músicas e os artistas do que meus pais. Além disso, tenho uma ligação forte e inexplicável com música (tanto que farei uma tatuagem em breve com essa temática), o que com certeza influenciou minha percepção sobre o espetáculo.

“O som da Motown” mostra, por meio das vozes de cinco garotas pra lá de talentosas e cinco músicos, um apanhado do que a gravadora especializada em “música negra” proporcionou ao mundo musical – e à sociedade, por que não? – em 50 anos de existência. Digo “música negra” entre aspas, porque acredito que o tempo em que havia músicas próprias para determinados nichos da população ou etnias já acabou faz tempo, se é que um dia existiu. Hoje temos Eminem, que fez sucesso em um estilo musical predominantemente cantado por negros, os funks cariocas, que fazem as patricinhas descerem de seus apartamentos em Copacabana até o chão de mini saia, além, é claro, do Elvis Presley, que disseminou o rock’n roll, inicialmente tocado por negros.

O importante mesmo na música não é sua nacionalidade ou ritmo, é que ela te emocione de alguma forma. Isso não quer dizer se desmanchar de chorar, tá? Mas uma música legal tem a capacidade de mudar seu estado de espírito, seu humor, seu dia. Comigo é assim. E quando é boa mesmo, arrepia. Foi o que senti na interpretação incrível de Ben, do Michael Jackson. Isso não é um spoiler, porque só vendo e ouvindo para entender. A iluminação e o figurino também são ótimos e dão aquele toque especial nas 20 músicas apresentadas.

Custa R$ 60 nas sextas e R$ 70 aos sábados e domingos, mas vale o preço. Está em cartaz no Teatro das Artes, no shopping Eldorado, em São Paulo. Super recomendo.



{5 Março , 2010}   Sobre tentativas

É, faz cinco meses que não posto aqui. Pensei até em deletar. Ainda bem que não o fiz, porque esta semana bateu uma vontade de voltar e aqui estou. Não prometo nada. Posts todos os dias, divertidos, inspiradores… nada! Descobri que quando prometemos algo, seja para alguém ou até para nós mesmos, nem sempre conseguimos cumprir.

Mas prometo que vou tentar, porque querer algo pode ser a metade do caminho para que se concretize. Nada acontece se não queremos, se não tentamos de verdade. E milhares de esforços podem se perder se por um minuto desistimos de tentar. Então, eu vou continuar – aqui e na vida – tentando, né? Interpretando sinais e tentando acertar o caminho.

Falando de interpretações, essa semana me lembrei de uma aula de literatura do primário, em que a professora falava sobre a interpretação de texto do Soneto de separação de Vinícius de Moraes. Lembro dela falar que esse “de repente” não era tão inesperado assim… essas coisas. Sabe aquela sensação de ter aproveitado melhor os ensinamentos do colégio? Então.

 



{1 Outubro , 2009}   Cenas da vida real…

Estou traumatizada. Traumatizada e horrorizada com a capacidade masculina de se comportar como idiotas. Pensei em como contar o ocorrido comigo na última quarta-feira no km 15 da Raposo Tavares sem parecer tonta nem pornográfica. Então vou descrever a cena (minimizando os detalhes do babaca).

Moça anda na beira da Rodovia procurando o ponto de ônibus (eu sou vizinha da Raposo, então isso não é estranho, ok?) quando um carro encosta. Ela finge que não vê porque deve ser algum babaca falando, obviamente, alguma babaquice.

Ele pede uma informação, ela – solícita e ingênua – responde sem olhar para o carro:

– Pegue o primeiro retorno e estará no sentido Cotia. Segue direto.

O homem de uns trinta e poucos anos finge (agora sei que ele fingiu) que não ouviu e a moça abaixa para falar e olha dentro do carro.

CHOQUE! Para ser menos pornográfica, o idiota estava com suas “intimidades” para fora da calça, BALANÇANDO (!) feito um retardado.

Só me restou correr e pegar o ônibus que estava logo atrás. Depois do susto  pensei em “cenas alternativas” que poderiam ser um final que o babaca merecia. Rir e dizer: “aha! que pequenininho?”, tirar uma foto e publicar na internet a cara do safado que deve ter mulher e filhas?

Sei que da próxima vez vou ser menos “atordoada” e vou anotar a placa para processar o indivíduo! Segundo meu personal-boyfriend-lawyer podemos tentar isso.

Sei que nem todos os homens agem assim, mas ás vezes fico impressionada com a capacidade incrível de alguns de vocês agirem como animais.

¬¬

 



{18 Setembro , 2009}   50 anos de Maurício de Sousa

DSC03463Para homenagear os 50 anos de carreira do “pai” da Turma  da Mônica, o MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo, contou – de 19 de julho a 18 de agosto – toda a história da turminha e seu criador, além de outros personagens não tão conhecidos.

DSC03382Com o sucesso da mostra, uma parte dela está sendo exposta até o dia 20 de setembro, neste fim de semana! Fui nas duas vezes e adoreeeei! Pena que desta vez tiraram os quadros que contavam como cada personagem foi criado e sua evolução, além da trajetória do Maurício de Sousa.

Mas tem vários quadros e esculturas inspirados em trabalhos de grandes artistas. Vale muito a pena e a entrada e  gratuita!

MuBE –  (11) 2594-2601
Avenida Europa, 218
Até domingo, das 10h às 19h



Ahhh…o fanfarrão do Kanye West está impulsionando a imaginação da galera.

Esse site aqui traz um monte de variações do discurso maluco que ele fez no VMA.

A imagem abaixo dá uma ideia da criatividade do autor. Muito legal!

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taylorDepois da babaquice que o Kanye West fez com a Taylor Swift no VMA e todo mundo já cansou de ver, ele resolveu se pronunciar ontem à noite antes de sua performance no programa do Jay Leno.

Antes disso, já havia se desculpado em seu blog. O problema é que, segundo publicado no TMZ , não houve nenhum pedido de desculpa via telefone, SMS, etc, etc diretamente para a Taylor. Ou seja, ele só queria holofote mesmo, se estivesse realmente arrependido teria ligado para a garota.

Só para constar, eu também acho o clipe da Beyoncé mil vezes melhor que o dela. Todo prêmio é assim, tem sempre alguém que discorda do resultado. Mas nem todo mundo paga mico mundial para expressar sua opinião.

Saca só as lágrimas de crocodilo:



{11 Setembro , 2009}   11 de setembro: ninguém esquece

wtcenterOito anos após os ataques terroristas ao World Trade Center, pessoas em todo o mundo relembraram a data  e as vítimas. Uma cerimônia no local do acidente, em Manhatan, teve dois minutos de silêncio – um em cada horário do choque dos dois aviões – e a leitura dos nomes de todas as 2.973 vítimas pelos parentes.

Tenho certeza que as imagens daquela manhã não serão esquecidas por ninguém. E como todo mundo, lembro bem onde estava no dia. Eu estudava de manhã e não soube de nada na escola (as pessoas não eram tão conectadas assim naquela época), mas ao chegar em casa fiquei chocada com as imagens e entendi porque as pessoas me olhavam com uma cara esquisita na rua: eu vestia uma blusa com uma bandeira dos Estados Unidos.

Devem ter pensado que era algum tipo de homenagem ou algo assim. Não era, mas virou. Tinha que ir ao médico à tarde e preferi não trocar de roupa. Uma espécie de homenagem e compartilhamento de dor daquele momento.

Pode parecer meio bobo, mas essas tragédias sempre me afetam. Meu “sonho” é cobrir um acidente aéreo. Mórbido? Talvez, mas me sentiria útil levando informações para aqueles que tinham algum ente querido no voo. Sim, a imprensa costuma passar muito mais informações logo nas primeiras horas do acidente do que a própria Infraero ou a companhia aérea.

Enfim, este post é para lembrar a data e mostrar algumas imagens que nem todos conhecem daquela manhã, tiradas da Estação Espacial Internacional.

imagem 1

imagem 2

imagem 6

Mais fotos: internetpopculture.com, via @yvesoft.



et cetera