Papo aleatório











avenida-paulistaAqui na capital de São Paulo será feriado no dia 25 de janeiro, próximo domingo. Minha linda cidade fará 455 aninhos! Como é de praxe, a prefeitura da cidade organizou diversos eventos culturais para a população.

Como em todos os anos, há diversão para todo o tipo de público. Dos religiosos aos baladeiros. Destaco a 1ª Mostra São Paulo Original de Fotografia, que vai rolar no bar Salve Jorge do centro da cidade. A exposição conta com imagens de sessenta fotógrafos de arte, fotojornalismo, moda e arquitetura. As fotografias estão à venda e parte da grana irá para uma instituição de cuida de pessoas com deficiência visual.

Para quem está afim mesmo é de balançar o esqueleto, a dica são os shows que acontecerão no Parque da Independência com 15 artistas, entre eles Daniela Mercury, Paula Lima e Lulu Santos.

No Teatro Municipal e da Estação da Luz terão apresentações ao ar livre de peças teatrais que contam um pouco da história da cidade. Também há diversos roteiros de passeios que poderão ser feitos gratuitamente no dia 25. Dois deles (um no centro e outro no Ibirapuera) vão levar os interessados para conhecer melhor as obras do arquiteto (que eu desconfio ser imortal – aliás, acho que ele construiu as pirâmides! hihi) Oscar Niemeyer.

Quem participar desse passeio ganha um guia Roteiros MCB/100 Obras de Arquitetura em São Paulo, de autoria de Ruth Verde Zein. Atenção: é necessário se inscrever.

Para quem curte um filminho e pipoquinha (muuuitas pipoquinhas): a Cinemateca Brasileira fará uma exibição de documentários rodados nos anos 40 e uma seleção de filmes atuais, todos inspirados na terra da garoa.

Serviço público: defensores públicos estarão no Vale do Anhangabaú para dar orientações e tirar dúvidas sobre direito de família, especialmente violência doméstica.

Há uma infinidade de atividades, algumas focadas em grupos específicos como a turma LGBT, crianças e idosos. Com certeza você vai encontrar algo que te agrade. Confira a programação completa aqui.

PS. Obviamente, também vai rolar o tradicional bolo como 455 metros, mas não recomendo – nojentinho! há!

Update urgente! São Paulo não terá seu tradicional bolo quilométrico por falta de patrocinadores. Leia aqui a notícia triste.



crepusculo

Depois de muito esperar para ver a versão cinematográfica de Crepúsculo, assisti ontem, alguns dias após terminar de ler o livro. Como a história estava bem fresquinha na minha memória foi bem fácil comparar os dois produtos.

No geral, gostei do filme, porém, entretanto, todavia…Como a maior parte dos leitores de um livro que é adaptado para o cinema, fica uma pontinha de decepção. Claro que eu já tinha ido preparada para isto, sabia que algumas cenas foram mudadas, muitas foram cortadas e outras acrescentadas. Acho que a maior sensação para quem leu o livro é de que o filme “pula” capítulos. Nunca tive paciência de ler livros como Harry Potter ou O Senhor dos Anéis e não tenho certeza se isso é comum, mas acredito que sim. Não tem como contar todos os detalhes de um livro em apenas duas horas de filme.

Apesar disso, algumas coisas – ao menos para mim – foram imperdoáveis no filme. A maior delas é a cena em que Bella conta a Edward que sabe o que ele é. Na minha modesta opinião, a cena rodada na floresta não transmitiu a mesma adrenalina que a história original, na qual a mocinha do filme revelava ter descoberto o segredo do vampiro-príncipe encantado em um momento e diálogo tensos num carro em altíssima velocidade.

Outra coisa que notei no filme é que tudo foi muito facinho. Mal Bella descobre que Edward é um vampiro e ele já sai todo faceiro mostrando suas habilidades sobrehumanas, quem leu o livro sabe que as coisas não acontecem bem assim. Nem a fuga da protagonista do aeroporto. Afinal, não pode ser tão simples fugir de dois vampiros com habilidades extraordinárias de força e velocidade – e vidência. Enfim, gostei, mas acho que não fez jus ao livro. Recomendo que quem gostou – mesmo que não tenha gostado taaaanto – do filme, leia o livro.

Uma adendo: a trilha sonora. Casou bem com o filme e com as cenas. Minhas favoritas são do Paramore (óbvio!!!) e do Linkin Park. A única coisa que achei estranha é que não ouvi Decode, do Paramore em nenhuma das cenas. Meio esquisito já que esse parece o “single oficial” do filme, com clipe e tudo.

Quem curtiu as músicas pode ouvir tudinho aqui!

Update! minha nova favoritinha da trilha sonora: Iron & Wine “Flightless Bird, American Mouth”



{6 Setembro , 2008}   Boato de mau gosto

Nessa onda de adaptações de histórias em quadrinhos, desenhos e afins para o cinema, nem tudo dá certo. Pior: algumas coisas parecem fadadas ao fracasso. Lembra dos Cavaleiros do Zodíaco? Aquele desenho japonês que tinha vários personagens com cabelão colorido (inclusive os personagens meninos) e que cada um deles correspondia a uma constelação?

Pois então….tá rolando um boato nos zilhares de blogs sobre a série – que ainda faz sucesso com as crianças da época e marmanjos de hoje – de que o desenho será adaptado para o cinema. Já pensou um monte de caras vestidos nessas roupas? Com umas peruquinhas assim???

Tá…quem imaginava que um cara de macacão azul e cueca vermelha por cima das calças ficaria tão bom como o último Superman? Mas daí adaptar Cavaleiros do Zodíaco? Vai ficar meio Priscila – A rainha do deserto. hehe

Espero que seja mais um boato falso e que eles fiquem nos desenhos.

PS. Imagens gentilmente cedidas do arquivo do meu namorado, fã dos Cavaleiros.

É…ninguém é perfeito! ;)



et cetera